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⚔️ Gasp x Ferguson: todas as farpas do treinador ao seu atacante 😂

Quando Evan Ferguson assinou com a Roma neste verão, poucos poderiam imaginar uma relação tão complicada entre o atacante e Gian Piero Gasperini.

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Ao longo de sua passagem pela Atalanta e, antes disso, pelo Genoa, o treinador sempre demonstrou grande capacidade para valorizar as qualidades de seus atacantes. Andrea Petagna, Leonardo Pavoletti e Duván Zapata atingiram patamares antes impensáveis em suas carreiras, enquanto Gianluca Scamacca ganhou projeção europeia em poucos meses. Em resumo, seu currículo indicava que assinar com os Giallorossi era a escolha certa para o jogador nascido em 2004 relançar a carreira.

O currículo do irlandês também era respeitável. Os dez gols em uma temporada pelo Brighton — vários deles antes mesmo de completar 19 anos — o colocaram rapidamente entre os nomes em ascensão do futebol britânico sob o comando de Roberto De Zerbi. Nas duas temporadas seguintes, as lesões o limitaram bastante, mas seu talento parecia indiscutível.

A história, porém, tomou um rumo muito complicado. Foram apenas 5 gols em meia temporada, só 3 deles na liga. Claro, alguns problemas físicos pesaram. Mas, no fundo de tudo, está a relação entre o jogador e Gasp — chamá-la de “conflituosa” seria até pouco. O treinador não é estranho a criticar seus jogadores pela imprensa, mas, com o irlandês, levou isso a um nível sem precedentes.

Na última partida, vitória da Roma por 2 a 0 sobre o Sassuolo, houve mais um episódio marcante. Ferguson foi substituído aos 39 minutos após fortes pancadas nas costas, mas antes disso Gasperini criticou praticamente todas as suas decisões em campo, passando quase todo o primeiro tempo a repreendê-lo. Na coletiva, porém, o poupou e ainda tranquilizou a todos sobre seu estado. Um caso raro, diante das repetidas farpas que lhe dirigiu nos últimos meses.

Após alguns meses de declarações protocolares, tudo começou em 25 de outubro, na véspera do jogo de ida contra o Sassuolo. Ao ser questionado sobre ele, a resposta foi: "Só ontem ele fez o seu primeiro treino de verdade". Uma ótima forma de mostrar sua relação com o garoto.

Naquela altura, porém, ele ainda não tinha marcado. Avancemos para 14 de dezembro, quando enfim desencantou na liga e vinha de dois gols contra o Celtic na Liga Europa. A coletiva antes do jogo com o Como poderia ter sido a ocasião ideal para reforçar sua confiança, mas veio uma mensagem implacável: "Temos de nos perguntar se ele é útil para a Roma, não para mim".

A partir daquele momento, de contratação de topo com opção de compra de 40 milhões, Ferguson passou a ser visto como excedente, e nem era certo que ficasse em janeiro. Assim chegamos a 20 de dezembro, quando, contra a Juve, começou no banco porque Dybala atuou como avançado.

A equipa perde, ele entra e nem faz um mau jogo. É aí que as palavras ficam ainda mais duras: primeiro, "não estou gostando dele, não incorporou o espírito da Roma"; depois, a frase mais contundente: "Dybala é muito melhor, até como centroavante". Uma pérola que parece saída de um manual de demolição psicológica dos próprios jogadores.

Nem uma semana depois as coisas melhoraram antes do jogo contra o Genoa: "Que ele me mostre que está com fome, se quiser recuperar seu lugar", foi a resposta a quem perguntava se ele poderia voltar ao time titular. Ferguson jogou e marcou naquela partida, e repetiu o feito oito dias depois contra o Lecce. Parecia o início de uma nova era, mas a noite desastrosa recém-vivida muda novamente o cenário.

Este artigo foi traduzido para o inglês por Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇮🇹 aqui.

📸 ANDY BUCHANAN - AFP ou licenciadores

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