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🏆 Itália nos play-offs, menos alegria e mais dor: velhos fantasmas 🔙, tabus ❌

A Itália prepara-se para escrever mais um capítulo da sua história no futebol: a vaga na Copa do Mundo será decidida nos playoffs, e não é a primeira vez que isso acontece.

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Por um lado, a Azzurra é uma das seleções mais vitoriosas da história — com quatro Copas do Mundo no currículo e 18 participações na fase final —, mas, por outro, cada playoff é vivido com a ansiedade e a pressão de quem sabe que não pode errar.

O contraste está todo aqui: uma potência histórica que, ao chegar a uma encruzilhada, muitas vezes transforma tensão em trauma.

Há uma contradição curiosa na história da Itália na Copa do Mundo: a Azzurra venceu quatro edições — 1934, 1938, 1982 e 2006 — mas também passou pela humilhação de ficar fora do torneio.

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Antes de 2018, a Itália havia somado 14 participações consecutivas na fase final; por isso, os playoffs nunca foram vistos como algo normal, mas sim como um sinal de alerta máximo.

A primeira ausência remonta a 1958, quando a Itália de Alfredo Foni não conseguiu se classificar após perder por 2 a 1 para a Irlanda do Norte, em Belfast.

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Aquela derrota tornou-se o símbolo de uma seleção menos brilhante do que no passado e permaneceu por décadas como uma ferida histórica.

Uma partida que entrou para a história por fazer os italianos perceberem que até a Azzurra poderia ficar fora da Copa do Mundo.

A última repescagem para a Copa do Mundo vencida pela Itália foi em 1997.

Nas eliminatórias para a França 1998, a Azzurra eliminou a Rússia: 1 a 1 em Moscou e 1 a 0 em Roma, com o gol decisivo marcado por Pierluigi Casiraghi.

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É o único precedente moderno verdadeiramente positivo e, por isso, hoje é lembrado quase como uma feliz exceção dentro de uma história muito mais amarga.

A repescagem contra a Suécia rumo à Rússia 2018 mudou para sempre a percepção coletiva sobre a seleção nacional.

A Itália perdeu por 1 a 0 no jogo de ida e não conseguiu mais do que um empate sem gols em San Siro, ficando fora da Copa do Mundo pela primeira vez מאז 1958.

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Uma noite que representou um verdadeiro choque para a Azzurra: naquele momento, a Itália deixou de ser uma das grandes potências do futebol.

Se 2017 foi doloroso, 2022 foi quase surreal.

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Atual campeã europeia, a Itália foi eliminada pela Macedônia do Norte no playoff com um gol de direita de Aleksandar Trajkovski, ex-Palermo, aos 92 minutos, no Renzo Barbera.

Talvez tenha sido o ponto mais baixo, porque veio depois da Euro 2020 e de um jogo em que a Itália criou muito, mas não conseguiu marcar.

O duelo contra a Bósnia e Herzegovina em Zenica pesa como uma tonelada sobre a seleção nacional.

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Depois de superar a Irlanda do Norte em Bérgamo — com alguma dificuldade, sobretudo no plano emocional —, a Azzurra enfrenta Dzeko e companhia para quebrar o tabu da repescagem e voltar à Copa do Mundo pela primeira vez desde 2014.

Uma tarefa difícil que os comandados de Gattuso terão de cumprir se quiserem restaurar o prestígio da seleção e sonhar novamente com novas 'noites mágicas'.

Este artigo foi traduzido para o inglês por Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇮🇹 aqui.

📸 Simon Bruty

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